quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A lei da anistia não impede a punição dos responsáveis

Brasil é condenado na OEA e responsabilizado pelo desaparecimento entre 1972 e 1974, sem investigações de 62 pessoas na região do Araguaia

Corte Interamericana de Direitos Humanos determina que o Estado deve investigar os fatos ocorridos na época da guerrilha do PCdoB na região do Araguaia.
A Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) condenou o Brasil por sua responsabilidade pelos desaparecimentos de 62 pessoas, ocorridos entre 1972 e 1974, na região conhecida como Araguaia.
Na ocasião, a chamada Guerrilha do Araguaia, formada por militantes do PCdoB, foi duramente reprimida pelo Exército brasileiro, sob o comando da ditadura civil-militar que havia se instalado no país em 1964. Em sua sentença, a Corte IDH determina que o Estado brasileiro investigue penalmente os fatos por meio da Justiça ordinária, já que, segundo a corte, “as disposições da Lei de Anistia que impedem a investigação e sanção de graves violações de direitos humanos são incompatíveis com a Convenção Americana e carecem de efeitos jurídicos”.
Assim, a Lei de Anistia não representaria um obstáculo para a identificação e punição dos responsáveis. A Corte Interamericana já notificou a respeito de sua sentença o governo brasileiro, os representantes das vítimas e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).
Além disso, a Corte IDH determinou que o Brasil também é responsável “pela violação do direito à integridade pessoal de determinados familiares das vítimas, entre outras razões, em razão do sofrimento ocasionado pela falta de investigações efetivas para o esclarecimento dos fatos”.
Para completar, o órgão conclui, igualmente, que o país é responsável pela violação do direito à informação estabelecido na Convenção Americana, devido à “negativa de dar acesso aos arquivos em poder do Estado com informação sobre esses fatos”. Por outro lado, reconheceu as iniciativas e medidas de reparação que vêm sendo adotadas.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Sanjoanenses comemoram a eleição de Dilma

Eleitores e dirigentes dos partidos PT e PCdoB de São João se reuniram na sede do Partidos dos Trabalhadores em São João da Boa Vista para comemorar a vitória de Dilma Rousseff, a primeira presidente mulher eleita no País.
A festa começou pouco depois das 19h com a chegada de militantes dos partidos animando a comemoração com alegria e com carreata pelo centro da cidade que terminou no início da madrugada.
Depois da carreata todos os militantes acompanharam o final da apuração no Bairro Alegre e comemoram a eleição da presidente Dilma com apoio das forças progressistas do país.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Aldo Rebelo reeleito pela 6ª vez por São Paulo

Aldo Rebelo é reeleito pelo povo de São Paulo para o sexto mandato consecutivo de deputado federal. Foram 132.109 votos em praticamente todas as cidades do Estado. Os votos se concentraram na Capital e na Grande São Paulo.
Na cidade de São Paulo, a votação de Aldo atingiu mais de 55 mil votos. Os municípios como Guarulhos (3.569 votos); São Bernardo do Campo (1.338); Osasco (1.261); Suzano (1.168); Santo André (1.111); Diadema (964), ao lado da Capital, confirmaram que o voto urbano foi, mais uma vez, o responsável pela eleição do deputado.
No interior do Estado, o deputado também comemorou votações expressivas, como ocorreu nas cidades de Pederneiras (4.567 votos); Palmital (2.337); Campinas (2.607); Paraguaçu Paulista (2.041); Matão (1.869 votos); Ribeirão Preto (1.649); Jundiaí (1.344); Jaguariúna (1.214) e Marília (1.090) , Santos (687), na região da Média Mogiana Aldo obteve em São João da Boa Vista (475).
Aldo Rebelo obteve votos em praticamente todas as cidades paulistas. Segundo um levantamento preliminar de sua assessoria, os eleitores de Aldo Rebelo estão em 634 dos 645 municípios de São Paulo.
"O resultado reforça a minha convicção de que devo trabalhar pelo interesse do Estado e pelo interesse do Brasil, e não por interesses fragmentários ou corporativistas", comentou o deputado. Durante a campanha, o seu material de propaganda estampava a frase "Aldo Rebelo - o federal de São Paulo, o federal do Brasil".
Agradecimento especial
"Sei que cada voto representa a esperança de uma pessoa no desenvolvimento do Estado de São Paulo e na construção de um Brasil cada vez mais forte e soberano. Saberei honrar essa esperança e essa confiança e meu gabinete continuará de portas abertas a todos os cidadãos do Estado que me acolheu e que me julga capaz de defender seus interesses na Câmara dos Deputados. Estou muito grato", declarou Aldo Rebelo.
Aos eleitores, amigos, colaboradores, às centenas de pessoas que lhe enviaram mensagens eletrônicas e aos militantes do Partido Comunista do Brasil, Aldo Rebelo deixa um agradecimento especial antes de retomar suas atividades como deputado. "Os que estiveram ao meu lado nesta jornada eleitoral tiveram papel fundamental na sustentação dessa que foi uma campanha marcada pela alegria e pela certeza de que, quando se trabalha pelos interesses coletivos, a vitória é compartilhada por todos".


sábado, 25 de setembro de 2010

Novo código pode beneficiar 1.500 pequenos produtores rurais em São João

São João da Boa Vista tem aproximadamente 1.600 propriedades rurais, destas 92,8% tem áreas até 4 módulos, 88 mil metros quadrados, segundo dados do Sindicato Rural de São João da Boa Vista.
O deputado Aldo Rebelo relator do projeto de lei 1.876/1999, que trata do Código Florestal Brasileiro destaca alguns pontos de seu relatório. "O objetivo foi tentar regularizar a situação de 90% de produtores brasileiros, que estão na ilegalidade. E, é claro, manter a vegetação que hoje temos no Brasil", afirmou.
Estabelecendo a distinção por módulos. Por lei, a pequena agricultura tem até quatro módulos. Dei a eles um tratamento diferente. Para os pequenos, é obrigatório ter áreas de preservação permanente. Aos demais, são obrigatórias as áreas de preservação permanente e reserva legal.
Só no Rio Grande do Sul, 99% dos pequenos estão irregulares. Converter essas propriedades, de onde eles tiram uma renda média de dois salários, em florestas torna a sobrevivência inviável. O pequeno acaba preferindo ir para a cidade. Botar o filho para trabalhar lá.
Isso será possível por conta da previsão de uma moratória de cinco anos, que não permitirá nenhum tipo de desmatamento para agricultura ou pecuária.
Nesse tempo, os proprietários rurais deverão fazer um Programa de Regularização Ambiental (PRA), onde devem se adequar à lei. Com esse PRA, será possível ter um diagnóstico da situação de florestas no país, o que não é possível hoje. "Vamos obrigar que os proprietários façam um registro do que possuem de área preservada em suas propriedades", disse Rebelo.
Dois pontos principais foram destacados por ele, como a questão da Reserva Legal em pequenas propriedades. "Propriedades de até quatro módulos fiscais estão dispensados da recomposição da Reserva Legal, mas isso não permite que eles desmatem as partes preservadas. Minha proposta é de desmatamento zero", disse.
Deixou claro que o pequeno proprietário está liberado da recomposição da Reserva Legal, mas não poderá haver nenhum corte na vegetação remanescente. "Mas os estados não terão o poder de reduzir as APPs", disse, referindo-se ao novo texto, que retira essa permissão aos estados.
A situação que dos pequenos agricultores enfrentam é um alerta para o Estado de São Paulo, que deverá abrir mão de 3,7 milhões de hectares de áreas produtivas para cumprir a lei. "Em qual país do mundo houve essa exigência? Estamos falando de 20% da agropecuária de São Paulo", questiona o deputado Aldo Rebelo.
O deputado passou um ano inteiro - de junho de 2009 a julho de 2010 - percorrendo o Brasil para realizar as audiências públicas que o ajudaram a produzir o seu relatório. Foram 64 reuniões em 18 Estados.
Além disso, Aldo recebeu propostas, opiniões, estudos e pesquisas de todos os que se juntaram ao esforço da Comissão Especial de criar uma solução para o impasse que paralisa a atividade agropecuária, prejudica as ações de preservação ambiental e não se harmoniza com a tradição democrática brasileira. Do Código original, de 1965, "não resta nem a ementa", costuma dizer o deputado quando começa a explicar as seguidas alterações que a lei sofreu sem qualquer tipo de consulta à sociedade. "Havia uma cortina de silêncio sobre o Código Florestal", resume.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Professores(as) tá na hora de ensinar


Abril de 2010: Manifestação dos professores da rede estadual de São Paulo, na capital, deixou 16 feridos - sendo 9 policiais e 7 civis -, informou a Polícia Militar, com muita violência, bombas de efeito moral, balas de borracha e gás pimenta. Esse é o PSDB de Serra e Alckmin. Professores chegou a hora do exame de consciência, vão ficar de 2ª época? Ou vão ser reprovados?
 
 
* Celso Jardim e o cartaz proibido do TRE

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Serra deixa mais de 20 milhões sem SAMU

Estado governado pelo PSDB é um dos poucos a não investir no Samu e nas UPAs, que Dilma promete ampliar. Governo paulista afirma que decisão de não dar recursos aos programas não é política e que a prioridade são os AMEs.
O governo de São Paulo ignora o Samu (ambulâncias de resgate) e as UPAs (prontos-socorros 24 horas), as principais "vitrines" do governo Lula na saúde.
Ao contrário do que ocorre na maior parte do país, as cidades paulistas não recebem dinheiro estadual para colocar e manter os dois programas em funcionamento. São financiados só com verbas federais e municipais.
São Paulo foi governado até março por José Serra, o postulante do PSDB. O governo paulista nega motivação política e justifica que sua prioridade são os AMEs.
Só três estados não investem no SAMU
O jornal Folha de S.Paulo consultou todos os 27 governos e constatou que apenas três não investem no Samu: São Paulo, Rondônia e Amazonas. E que são quatro os que não aplicam nas UPAs: São Paulo, Rondônia, Espírito Santo e Santa Catarina.
O presidente Lula apontou Serra como culpado por não ter apoiado o Samu quando era governador. Os Estados, porém, não são obrigados a financiar os programas do ministério. Pelas regras do SUS, cada ente federado (União, Estados e municípios) é independente.
A maioria dos Estados tem sido solidária. Nesses locais, o Samu e as UPAs funcionam com 50% dos custos cobertos pelo ministério, 25% pelo Estado e 25% pela prefeitura. São Paulo tem 32 centrais municipais ou regionais do Samu, suficiente para atender somente 50% da população, e a outra metade está descoberta. Estados como Rio Grande do Sul e Goiás já são 100% atendidos.
O sanitarista Nelson Rodrigues dos Santos, diretor do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde, critica a influência dos partidos na saúde. "Há uma possibilidade muito grande [de ser decisão política] porque São Paulo é governado pela oposição. Isso ocorre em todo o país e nos dois lados [oposição e situação]. Mostra o atraso da nossa política."
O Estado de São Paulo considerado o mais rico do país no quesito atendimento de urgência e operação resgate é igual aos estados de Amazonas e Rondônia. Como as unidades do SAMU atingem somente 50% da população a outra metade dos 42 milhões de paulistas ficam sem atendimentos das ambulâncias resgate que são bem equipadas e com equipe médica especializada para pronto atendimento.

Com informações da Folha de S.Paulo

domingo, 5 de setembro de 2010

A ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy (PT), mantém a liderança na disputa pelo Senado em São Paulo, de acordo com pesquisa Ibope divulgada neste sábado (4). A petista aparece com 36% das intenções de voto, seguida por Netinho (PCdoB), com 26%. Orestes Quércia (PMDB) é o terceiro colocado na preferência dos eleitores, com 23%. Romeu Tuma (PTB) tem 13% das intenções de voto e está tecnicamente empatado com o candidato do PSDB, Aloysio Nunes, que tem 12% das intenções de voto.
A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Encomendada pela Rede Globo , a pesquisa foi realizada entre os dias 28 de agosto e 03 de setembro, com 1204 entrevistados, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 01 de setembro de 2010, sob o número 27628/2010 .
Ontem, o Datafolha já havia trazido novos números que confirmam a liderança dos dois candidatos da coligação "União por São Paulo". Segundo o Datafolha, Marta lidera com 33% e Netinho de Paula aparece com 28% das intenções de voto, contra 26% do ex-governador Orestes Quércia.
Netinho subiu quatro pontos percentuais em relação à última pesquisa, enquanto Quércia permaneceu estável.
Mais atrás, aparecem Romeu Tuma (PTB), com 15%; Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), com 12%; e Ciro Moura (PTC), com 11%. O Datafolha ouviu 2.050 eleitores entre os dias 1º e 2 de setembro em 60 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.


 Com informações do Portal Vermelho

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Aldo Rebelo, o federal do povo

Aldo Rebelo, o deputado federal que pensa o Brasil

Aldo Rebelo é jornalista, escritor e deputado federal eleito por São Paulo sempre pelo mesmo partido, PCdoB.
São cinco mandatos consecutivos. Desde 1994, Aldo figura entre os parlamentares mais influentes do Congresso: um dos "cabeças", segundo levantamento anual do DIAP - Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar.
Aldo foi presidente da Câmara dos Deputados, ministro da coordenação política e líder do governo Lula na Câmara. Na juventude, foi líder do movimento estudantil. Chegou à presidência da UNE - União Nacional dos Estudantes e criou a UJS - União da Juventude Socialista. Seu primeiro mandato parlamentar foi como vereador de São Paulo.
Com 54 anos de idade - mais de 30 dedicados à política - Aldo Rebelo é um operário da construção da unidade nacional. Sua atuação política, os projetos que apresentas, as ações que promove convergem para a busca incessante dos interesses da Nação e do povo brasileiro.
Em menos de um ano à frente do terceiro cargo mais importante da República, o de presidente da Câmara dos Deputados, Aldo conduziu discussões e decisões que já entraram para a história do parlamento brasileiro. Sob a gestão de Aldo, a Câmara aprovou projetos essenciais ao desenvolvimento do país, como o Fundeb - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas.
Como ministro da Coordenação Política, Aldo dedicou-se à formação de um governo de coalizão por acreditar que nenhuma força política é capaz de governar, sozinha, um país com tantas desigualdades e desequilíbrios.
Foi o responsável pelas relações do governo Lula com os entes federados - municípios e estados - e com o Congresso Nacional, as assembléias estaduais e as câmaras municipais de todo o país. Nesse período, o ministro Aldo conduziu amplas articulações em torno de projetos do governo que se transformaram em marcos institucionais para o país, como as parcerias público-privadas; a lei de biossegurança, da qual Aldo foi o relator; a lei que reestruturou o setor elétrico brasileiro; a lei de falências; a lei dos consórcios públicos.
Uma das áreas da atuação parlamentar de Aldo é a de relações exteriores e defesa nacional. O deputado é membro da Comissão Permanente da Câmara dos Deputados que analisa todas as proposições legislativas dessas áreas, inclusive os acordos e tratados internacionais dos quais o Brasil faz parte.
Em 2002, o deputado assumiu a presidência da Comissão e colocou em debate a política de defesa do Brasil para o século XXI; uniu civis, militares e acadêmicos em torno do tema e as decisões, idéias e princípios que surgiram a partir desse esforço coletivo tornaram-se referências para o setor. Atualmente, o deputado é presidente do Grupo Parlamentar Brasil-China.
Aldo Rebelo é o relator do novo Código Florestal brasileiro. O deputado percorreu o Brasil para produzir o seu relatório, que aponta os caminhos para o equilíbrio entre a preservação do meio ambiente e o fortalecimento da agricultura brasileira. A proposta foi aprovada na Comissão Especial da Câmara dos Deputados no dia 6 de julho, com 13 votos favoráveis (apenas cinco deputados foram contrários ao parecer de Aldo).
Muitos paulistas têm orgulho de ter um representante na Câmara Federal há mais de 15 anos, um deputado de origem nordestina, Aldo Rebelo nasceu na cidade de Viçosa, Alagoas, e por sua atuação parlamentar sempre firme e pensando em um país mais justo e na igualdade social.

sábado, 28 de agosto de 2010

Datafolha: Netinho de Paula sobe 7 pontos


Netinho sobe 7 pontos e se iguala a Quércia. Vereador do PC do B agora tem 24% e peemedebista oscilou um ponto e está com 26%; Marta (PT) lidera, com 32%.
O cantor, apresentador e vereador Netinho de Paula (PC do B) subiu sete pontos desde o início do horário eleitoral e já está empatado tecnicamente em segundo lugar com Orestes Quércia (PMDB) na disputa por uma vaga de senador por São Paulo.
Segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 23 e 24, Netinho passou de 17% para 24% de intenção de voto, enquanto Quércia oscilou de 25% para 26%. A margem de erro para São Paulo é de dois pontos -nos demais Estados é de três, e no Distrito Federal, de quatro pontos.
A pesquisa mostra ainda que está dando certo a estratégia petista de privilegiar as candidaturas ao Senado, em detrimento até de disputas pelo governo dos Estados.
Se as eleições fossem hoje, a aliança que comporá a base de um eventual governo Dilma Rousseff (PT) ficaria com 9 a 12 das 16 vagas nos oito colégios eleitorais pesquisados, enquanto a aliança de eventual governo José Serra (PSDB) ficaria com 4 ou 5.
Em São Paulo, Marta Suplicy (PT) manteve o mesmo patamar de 32% e continua liderando a disputa paulista.
O senador Romeu Tuma (PTB), que tenta a reeleição, caiu para a quarta posição, com 16% (tinha 23%). Ciro Moura (PTC) aparece em quinto, com 13%, e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) cresceu quatro pontos e chegou à sexta posição, com 9%.

Com informações da Folha de S.Paulo

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Ninguém quer sair na foto ao lado de Serra

Os programas dos candidatos a governador que começaram a ser exibido ontem pela TV na estreia da propaganda gratuita, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, foi deixado de lado ou fez apenas aparições discretas nos programas de rádio e TV de seus aliados nos Estados.
Já na propaganda dos candidatos da base do governo federal, o presidente Lula foi a principal estrela, e muitos também mostraram a candidata a presidente Dilma Rousseff.
Serra não teve sua imagem mostrada nem seu nome citado nas propagandas dos candidatos a governador Yeda Crusius (PSDB-RS), Joaquim Roriz (PSC-DF), Marcos Cals (PSDB-CE), Paulo Souto (DEM-BA) e Rosalba Ciarlini (DEM-RN).
Em Pernambuco, Jarbas Vasconcelos (PMDB) só mostrou imagens do tucano no programa da noite. Durante o dia deve estar proibida a imagm por causa das crianças.
O início da propaganda na TV coincide com o momento em que Serra aparece atrás de Dilma em todas as pesquisas, de todos os institutos. Serra contava com o apoio nos Estados para reverter a vantagem da adversária.
Em Minas, segundo maior colégio eleitoral do país, Dilma chegou a falar três vezes nos programas dos aliados, inclusive pedindo voto para Hélio Costa (PMDB).
Serra ficou em clara desvantagem. Nos programas dos tucanos Aécio Neves, para o Senado, e Antonio Anastasia, para o governo, Serra não fala nem é citado. Mas a imagem dele aparece.
No de Anastasia, Serra é visto de relance em quatro ocasiões. Em apenas uma Serra está em primeiro plano. Em outra está de costas. Devem pensar que é melhor assim para não ver o rosto do candidato a presidente mais rejeitado.O Dilmasia tá funcionando.
Em São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin não mostrou a imagem de Serra na TV e só citou duas vezes o nome do presidenciável. A vingança de Alckmin, Dilmin vem aí.
Na TV, Mercadante exibiu depoimento de Lula. Em sua fala, Mercadante colou sua candidatura ao governo Lula, colocando-se como participante das realizações federais.
No Paraná, um dos poucos estados que Serra está a frente nas pesquisas, o programa da tarde de Beto Richa (PSDB) só mostrou Serra em imagens de campanha. Mas, no programa da noite, exibiu depoimento do presidenciável.
No Ceará, nem o nome nem a imagem de Serra apareceram no programa de Cals e do candidato tucano ao Senado, Tasso Jereissati. A fuga a jato de Tasso da imagem de Serra.
No Rio Grande do Norte, o apoio de Serra foi usado contra a candidata ao governo Rosalba Ciarlini (DEM). O atual governador e candidato à reeleição Iberê Ferreira (PSB) usou parte de seu programa de rádio para ressaltar que a candidata do DEM é apoiada por Serra, no rádio não dá para mostrar a imagem de Serra.
Os candidatos demotucanos estão achando que Serra tira votos, e estão escondendo a sua figura, nos materiais impressos também, adesivos, outdoor, cartazes, é raro encontrar o candidato local ao lado de Serra.


sábado, 14 de agosto de 2010

Sérgio Guerra: "Serra calma ainda falta o IML"

Faltando exatos 50 dias para as eleições todos os institutos de pesquisas apresentam resultados de novos levantamentos e tendências eleitorais. E as reações dos dirigentes das campanhas são as mais contraditórias possíveis.
Neste mês de agosto devem ser divulgadas mais duas pesquisas, a do Vox Populi e do Ibope. Institutos de pesquisa diferentes podem realizar um mesmo trabalho recorrendo a metodologias distintas. É o que acontece, por exemplo, nos levantamentos eleitorais.
Tanto o Instituto Vox Populi quanto o Instituto paulista Datafolha fazem entrevistas, milhares de entrevistas, para aferir a opinião do eleitor. Acontece que os dois institutos possuem metodologias distintas para realizar levantamentos sobre intenção de voto. Isso explica eventuais variações no resultados de amostras coletadas ao longo das eleições.
Uma das principais diferenças está na “busca” pelos entrevistados. O Datafolha, por exemplo, faz a abordagem nas ruas por entender que não há como ter acesso completo a residências em determinados locais, como edifícios e favelas.
Ou seja, seus pesquisadores realizam as entrevistas sem ter meios de comprovar exatamente onde as pessoas moram. Já as entrevistas do Vox Populi são pessoais e domiciliares. Os principais institutos brasileiros não aceitam pesquisas por telefone.
O desenho da amostra também varia conforme os institutos. Para montar o universo a ser pesquisado, o Datafolha utiliza informações sobre eleitores obtidas do Tribunal Superior Eleitoral e dados sobre sexo e faixa etária com base no IBGE.
O Datafolha não leva em conta, porém, dados sobre escolaridade ou renda familiar mensal. Já o Vox Populi usa dados censitários do IBGE e realiza um roteiro aleatório para escolha dos domicílios. O Ibope, por sua vez, seleciona probabilisticamente os municípios e leva em conta variáveis como sexo, idade, grau de escolaridade e dependência econômica.
A ordem das perguntas também distingue a forma como os entrevistados são abordados. Por entender que a ordem pode influenciar as respostas, o Datafolha não faz perguntas que estimulem nomes de candidatos, partidos ou avaliações de governo antes das questões sobre em quem o eleitor pretende votar. Já outros institutos têm como método técnicas para “esquentar” o entrevistado – caso do Ibope, que faz as chamadas perguntas “quebra-gelo” para introduzir o entrevistado ao assunto (no caso, as eleições).
Há empresas que optam em perguntar sobre a situação do País antes de aplicar os questionários da pesquisa. É comum entre institutos perguntas referente ao grau de conhecimento sobre os candidatos citados nos formulários.
O tamanho da amostra também varia entre institutos. Quando o Vox Populi começou a apontar o crescimento de Dilma a coordenação da campanha de Serra desmereceu o resultado, logo depois o Sensus também apontou o crescimento e liderança de Dilma, Sérgio Guerra coordenador da Campanha de Serra declarou:"Eu não comento pesquisa Sensus, o Sensus não é sério. O PSDB não comenta pesquisa do Sensus. Eleição é coisa séria e pesquisa também deve ser coisa séria".
Dias depois em nova divulgação do Vox Populi que apontava Dilma a frente de Serra em oito pontos, a imprensa registrou a declaração do dirigente tucano, "O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, questionou a credibilidade do instituto de pesquisa Vox Populi, dizendo que o instituto é meramente “propaganda eleitoral”.
No último levantamento do Ibope que também apontou a liderança de Dilma, "O coordenador da campanha de José Serra, disse que o resultado da pesquisa CNI/IBOPE divulgado "surpreende e não bate bem" com os números do partido".
Há tempos, os demais institutos – Sensus, Vox Populi e IBOPE – vinham apontando crescimento gradativo na diferença em favor de Dilma Rousseff. Até a última pesquisa, 15 dias atrás, o Datafolha era o único a apontar vantagem para José Serra. Sérgio Guerra, considerou como "distorcido" o resultado da pesquisa Datafolha, que coloca a petista Dilma Rousseff com vantagem de oito pontos sobre o tucano. Segundo ele, a petista foi beneficiada por ter sido a primeira a ser entrevistada na bancada do Jornal Nacional.
Depois dos quatro institutos apontarem o crescimento de Dilma, a consolidação de sua liderança, acredito que Sérgio Guerra coordenador da campanha de Serra tente acalmá-lo e dar esperança, e dizer que não está morto; "Serra calma, ainda falta o resultado do 'Instituto Médico Legal'

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Dilma subindo nas pesquisas e Serra em queda livre


A candidata à Presidência pelo PT, Dilma Rousseff, conta com uma vantagem de dez pontos sobre José Serra, do PSDB, segundo uma pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), divulgada nesta quinta-feira.
Dilma aparece com 41,6% das intenções de voto, enquanto Serra conta com 31,6%.
Já a candidata pelo PV, Marina Silva, aparece em terceiro lugar, com 8,5% das intenções de voto, enquanto os votos branco, nulos e indecisos chegam a 14,3%.
A pesquisa tem uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e foi feita entre 31 de julho e 2 de agosto em 136 municípios brasileiros.
Em uma simulação de um segundo turno entre Dilma e Serra, a petista obteria 48,3%, enquanto o tucano ficaria com 36,6%.
Segundo o presidente da CNT, Clésio Andrade, o bom resultado de Dilma na enquete "se deve ao nível de conhecimento da candidata" entre a opinião pública.
A pesquisa também revelou uma aprovação do Governo Lula de 77,5% dos indagados, enquanto 80,5% aprovam o presidente.
No Nordeste, a vantagem de Dilma é de 37 pontos em relação a Serra. Na região ela é apontada como candidata por 58,4% do eleitorado; Serra por 21,4% e Marina Silva por 5,5%. No Sul, José Serra mantém a liderança com 42,6% da preferência do eleitorado, contra 37,1% de Dilma e 8,6% de Marina.
A variação da preferência entre Dilma e Serra acompanha o índice de aprovação do presidente Lula dividido por regiões, repetindo-se o quadro de 2006, veja aqui o mapa que tira o sono de Serra.
Aprovado positivamente por 77,5% do eleitorado, Lula é avaliado como ótimo por 51,6% da região Nordeste, enquanto apenas 27,5% responderam da mesma forma na região Sul.
No Norte e Centro-Oeste os resultados foram: 38,4% para Dilma; 34,1% para Serra; e 8,9% para Marina. No sudeste, Dilma e Serra tem impacto técnico, apontados por 33,2% e 33,5% do eleitorado respectivamente. Marina tem 10,2% das intenções de voto na região.

Celso Jardim (com informações da Agência EFE)

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Orientação: O que fazer se encontrar o diploma de Serra

CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA - REGULAMENTAÇÃO PROFISSIONAL

Se encontrar o diploma de Serra envie para o CORECON-SP
Para o Conselho dos Economistas parar de "exigir o diploma" de Serra
Com o advento da Lei N.º 1411/51, regulamentada pelo Decreto N.º 31794/52, foi instituída a profissão do economista, a qual passou a integrar o quadro de profissões liberais regulamentadas, nascendo nesse ato, a obrigatoriedade do registro das pessoas físicas e jurídicas no CORECON-SP, que exerçam sob qualquer forma atividades técnicas de economia e finanças.
Como ocorre nas demais profissões regulamentadas, o CORECON-SP é uma autarquia federal de fiscalização profissional de direito público e detentora do poder de policia, com atribuição principal de fiscalizar a profissão do economista.
Dessa forma, visando proteger os interesses da sociedade, o legislador ao estabelecer normas para o exercício da profissão do economista, dispôs o seguinte:
Lei N.º 1.411, de 13 de agosto de 1951
Dispõe sobre a Profissão de Economista.
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º - Designação Profissional de Economista, a que se refere o quadro das profissões liberais, anexo ao Decreto-lei n.º 5.452, de 1º de maio de 1943 (Consolidação das Leis do Trabalho), é privativa:
a) dos bacharéis em Ciências Econômicas, diplomados no Brasil, de conformidade com as Leis em vigor;
Art. 3º - Para o provimento e exercício de cargos técnicos de economia e finanças, na administração pública, autárquica, paraestatal, de economia mista, inclusive bancos de que forem acionistas os Governos Federal e Estadual, nas empresas sob intervenção governamental ou nas concessionárias de serviço público, é obrigatória a apresentação do diploma de bacharel em Ciências Econômicas, ou título de habilitação
Art. 14 - Só poderão exercer a profissão de economista os profissionais devidamente registrados nos CORECONs pelos quais será expedida a carteira profissional.
Oarágrafo Único - Serão também registrados no mesmo órgão as empresas, entidades e escritórios que explorem, sob qualquer forma, atividades técnicas de Economia e Finanças.
E envie uma cópia para o COFECON
Para o CORECON/PB parar de chamar Serra de "Charlatão"
O Conselho Regional de Economia da Paraíba (Corecon/PB) solicitou ao Conselho Federal de Economia (Cofecon), que congrega todos os Corecons do Brasil, o ingresso de uma interpelação judicial pedindo o enquadramento do pré-candidato à presidência, José Serra (PSDB), no Artigo 47 do Decreto Lei 3.688/41 por uso indevido da qualificação de economista.
O pedido, endossado pelos conselhos regionais do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Piauí, Alagoas, Maranhão, Rondônia e Tocantins, além de dois membros do próprio Cofecon, tem por base o fato de Serra não possuir bacharelado em economia nem ser registrado em um conselho regional, mas se apresentar publicamente como economista e engenheiro.
“O procedimento do candidato caracteriza falsidade ideológica e charlatanismo, em prejuízo dos que exercem legalmente a profissão”, destacou o jornalista e membro do Instituto Histórico e Geográfico da Paraíba, Sitônio, em artigo publicado no jornal A União, de João Pessoa, abrigado na página do governo paraibano na internet.
Orientação do Blog : Caso você encontre o diploma de Economista de Serra

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Aldo Rebelo em defesa dos pequenos produtores rurais

O secretário nacional de produção e agroenergia do ministério da Agricutura, Manoel Bertone, explicou aos presentes no encontro de cooperativas de cafeicultores que "um dos maiores problemas da agricultura e da cafeicultura é o tratamento desigual em relação ao meio ambiente". Bertone disse que "o deputado Aldo Rebelo desenvolveu um trabalho fantástico de equilíbrio no Código Florestal".
Márcio Lopes Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB, apresentou Aldo como um "alagoano arretado que está nos ajudando". Segundo Freitas, Aldo "conduziu com maestria a relatoria do Código Florestal".
A proposta do novo Código Florestal brasileiro resolve o impasse que está prejudicando a produção nacional de café. Atualmente, a maior parte dos produtores está na ilegalidade. "O Código original era uma lei boa, mas foi alterada diversas vezes por dispositivos que não foram discutidos com a sociedade, com os produtores", explica Aldo.
"Do jeito que está, a lei nem preserva o meio ambiente, nem desenvolve o País", ressalta o deputado. O projeto do Código Florestal foi aprovado por 13 votos a 5 na Comissão Especial da Câmara dos Deputados. Agora segue para votação no plenário da Câmara e, depois, do Senado Federal.
O Brasil é o maior produtor de café, responsável por 30% do mercado mundial. É, também, o segundo maior mercado consumidor de café. Os estados produtores são São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Espírito Santos, Bahia e Rondônia. Os dados são da Associção Brasileira da Indústria de Café - ABIC.
No interior paulista o deputado Aldo Rebelo (PCdoB) esteve reunido com mais de 200 pequenos agricultores de Miguelópolis para conversar sobre o Código Florestal e explicar a situação precária em se encontra a produção rural na cidade: todos estão na ilegalidade, pagando R$ 500,00 por dia de multa.